Problemas de 2008
Já começou.
Menos de duas semanas bastaram para perceber que 2008 se adivinha complicado.
À partida, não tenho soluções para um ano decisivo.
À bom português devo continuar a deixar tudo para a última, à espera que a sorte e a capacidade de trabalho sob pressão dêem a preciosa ajuda que até aqui me tm vindo a salvar o couro sistematicamente.
Supostamente devo deixar de ser estudante este ano. Ou não. Mestrados para tudo e mais alguma coisa abrem a torto e a direito por esse país fora, pode ser que inesperadamente algum me faça pagar mais uns anos de propina.
Propinas, que de resto também aumentam este ano. A máxima está de malas feitas para rumar à ESECB.
Que sirvam para algo mais que consertar o pavimento do Bloco B que os olhos sonolentos das segundas-feiras teimam em não esquecer.
O ministério, que se diz ser do Ensino Superior mas pouco faz em prol do mesmo, anuncía aumentos no investimento.
A Presidência anuncia também também que o "novo" Aeroporto irá para a margem sul. Com humildade afirmo que espero um dia ver o resultado final - ainda ontem fiquei perplexo quando vi no DN que uma especie de gabinete de estudos para o dito aeroporto foi constituido na década de 70. Daí a esta data, trinta e poucos anos nos separam, os mesmos que a estatistica diz serem os de atraso para os grandes colossos europeus. Extraordinário.
Extraordinário é também o cenário no Sporting. Aqui está um exemplo de continuidade a não seguir - a crise de fins de 2007 acompanha a minha equipa de coração para 2008. É preciso muita coragem e sangue frio para assistir a jogos na televisão (a tal ponto que, para mim, quem desembolsa 40 e tal euros para ir ao estádio ver a miséria in-loco, ou é herói ou estúpido).
Continuam os aumentos, os assaltos já eram noticia habitual nas gasolineiras, agora passam também para as padarias. Pagar mais 30% que no ano passado é digno de um telefonema para a policia e consequente denúncia de roubo.
Pus-me a pensar, se de facto a minha semanada se visse reforçada em 30% eu casava-me!! (pelo registo civil é certo, que o tempo não e de euforias...)
Menos de duas semanas bastaram para perceber que 2008 se adivinha complicado.
À partida, não tenho soluções para um ano decisivo.
À bom português devo continuar a deixar tudo para a última, à espera que a sorte e a capacidade de trabalho sob pressão dêem a preciosa ajuda que até aqui me tm vindo a salvar o couro sistematicamente.
Supostamente devo deixar de ser estudante este ano. Ou não. Mestrados para tudo e mais alguma coisa abrem a torto e a direito por esse país fora, pode ser que inesperadamente algum me faça pagar mais uns anos de propina.
Propinas, que de resto também aumentam este ano. A máxima está de malas feitas para rumar à ESECB.
Que sirvam para algo mais que consertar o pavimento do Bloco B que os olhos sonolentos das segundas-feiras teimam em não esquecer.
O ministério, que se diz ser do Ensino Superior mas pouco faz em prol do mesmo, anuncía aumentos no investimento.
A Presidência anuncia também também que o "novo" Aeroporto irá para a margem sul. Com humildade afirmo que espero um dia ver o resultado final - ainda ontem fiquei perplexo quando vi no DN que uma especie de gabinete de estudos para o dito aeroporto foi constituido na década de 70. Daí a esta data, trinta e poucos anos nos separam, os mesmos que a estatistica diz serem os de atraso para os grandes colossos europeus. Extraordinário.
Extraordinário é também o cenário no Sporting. Aqui está um exemplo de continuidade a não seguir - a crise de fins de 2007 acompanha a minha equipa de coração para 2008. É preciso muita coragem e sangue frio para assistir a jogos na televisão (a tal ponto que, para mim, quem desembolsa 40 e tal euros para ir ao estádio ver a miséria in-loco, ou é herói ou estúpido).
Continuam os aumentos, os assaltos já eram noticia habitual nas gasolineiras, agora passam também para as padarias. Pagar mais 30% que no ano passado é digno de um telefonema para a policia e consequente denúncia de roubo.
Pus-me a pensar, se de facto a minha semanada se visse reforçada em 30% eu casava-me!! (pelo registo civil é certo, que o tempo não e de euforias...)
0 Comments:
Enviar um comentário
<< Home